14 de out. de 2010

Primeiro de Sagitário

Uma casa.
Uma rua,
que atravessa uma avenida.
Nunca canto que impeça o ar,
o prédio que atrapalha o sol.
A nuvem que atrapalha a luz.
O piche que castra a terra,
mas há a grama que vence essa guerra.
O homem que deseja a mulher,
o ventre que sangra pela espera.
Qualquer filho que vença, vingue
e na modernidade venha,
com um choro que é marcha de guerra,
a humanidade ainda prospera.(?)
Nasce a esperança, chorando.
A tesoura lhe dá a liberdade,
castrada de humanidade.
Nasceu! Nasceu!
Mais um órfão coração!

Nasceu!
Nasceu meu menino Pedrinho!
Mais um ingênuo coração!

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