Os beijos passaram a ter gosto de sangue,
os ventres libidinosos, mas mórbidos.
Quantos ainda virão, até a cura.
Não encontrada em garrafas de vinhos.
E quantas foram!
Sangradas copo por copo.
Brindemos: Ó ingrata esperança!
Na vida flutuo aflito,
até que a cura me pegue,
com o esquecimento do seu perdão.
Ou que venha a morte,
remédio inevitável do tempo,
que agora não tem mais razão!
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