Vou escreve versos com meu sangue
esse sangue podre de modernidade
e amores frutrados.
E o baixo salário, para escutar crianças
suplicando-me pela morte
por medo da incompreensão
desse mundo opressor e sem lirismo.
Tão sujo quanto esses versos de ingratidão e desgosto
à uma patria de despatriados e sem nação.
Regado a bebidas penduradas nas mentes do comércio,
sendo pregadas em cadernetas de mãos tremulas
e folhas manchadas.
E cigarros de péssima qualidade, frutos da minha má sorte
ou desses ingratos vícios.
Cujo o ordenado não dá mais evasão.
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