2 de dez. de 2010

Palavras

Com quatro letras descrevo tudo,
e o inexistente, posso demonstrá-lo: nada.
E nessas linhas eu coloco o mundo.
E numa palavra posso colocar o incabível infinito,
como também posso contê-lo finito.
Fim!

Um comentário:

Anônimo disse...

Aquele poço não tem fundo, é um mundo e dentro é um mundo
e dentro é um mundo e dentro
É o mundo que me leva